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	<title>Contra os imperialismos - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-04-22T11:47:03Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://docs.nkosi.org/index.php?title=Contra_os_imperialismos&amp;diff=3619&amp;oldid=prev</id>
		<title>Banto Palmarino em 15h09min de 26 de março de 2010</title>
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		<updated>2010-03-26T15:09:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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		<author><name>Banto Palmarino</name></author>
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		<id>https://docs.nkosi.org/index.php?title=Contra_os_imperialismos&amp;diff=2388&amp;oldid=prev</id>
		<title>201.8.144.207: Nova página: Frantz Fanon chegou à Argélia como médico psiquiatra. Colocando-se de imediato no centro dos problemas anticoloniais, e do que ele denomina a &quot;alienação colonial&quot;, não se poupari...</title>
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		<updated>2008-12-21T21:25:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nova página: Frantz Fanon chegou à Argélia como médico psiquiatra. Colocando-se de imediato no centro dos problemas anticoloniais, e do que ele denomina a &amp;quot;alienação colonial&amp;quot;, não se poupari...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Frantz Fanon chegou à Argélia como médico psiquiatra. Colocando-se de imediato no centro dos problemas anticoloniais, e do que ele denomina a &amp;quot;alienação colonial&amp;quot;, não se pouparia do engajamento nem da análise crítica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por Marina da Silva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morto por leucemia em dezembro de 1961, exatamente há trinta e seis anos, Frantz Fanon não pôde comemorar a independência da Argélia (julho de 1962), pela qual teria dado sua própria vida. Originário da Martinica, este militante da descolonização é hoje praticamente ignorado pelo público francês. Permanece, contudo — como destaca Alice Cherki em seu Portrait (retrato) bem sutil e analítico — uma referência em toda parte no mundo. Pelo fato de ter-se engajado radicalmente, desde a primeira hora, ao lado dos argelinos, teria Fanon tocado numa ferida que incomodava a esquerda e os intelectuais franceses?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembremos que foi necessário esperar por 1960, pelo processo Jeanson e pelo manifesto dos 121, [1] para que surgisse realmente na França um movimento anti-guerra. É verdade que a militância anticolonialista na metrópole tinha que enfrentar uma forte repressão por parte do Estado, que não hesitara em institucionalizar a tortura na Argélia, embora a guerra tivesse começado em 1954; uma reação que tardou a chegar. Nas obras Les damnés de la terrre (Os condenados da terra) e Pour la révolution africaine (Pela revolução africana), Fanon dá uma explicação: Para os franceses, mesmo os melhores, a Argélia é a França. Além de que se tratava de uma luta armada total, com ações ofensivas e defensivas pouco portadoras de utopias, que incomodavam a boa consciência ocidental. Intelectuais e militantes políticos favoráveis à independência da Argélia desejariam uma guerra nobre. É num retorno à época e à realidade que se dedica metodicamente Alice Cherki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fanon chegou à Argélia como médico psiquiatra. No hospital os doentes eram divididos entre homens e mulheres metropolitanos, homens e mulheres nativos. A violência e a segregação da instituição contra os doentes são para Fanon a metáfora da realidade argelina. Colocando-se de imediato no centro dos problemas anticoloniais e do que ele denomina a &amp;quot;alienação colonial&amp;quot; — a classe operária ocidental, que não é isenta de racismo, é indiferente ao destino das colônias — Fanon não se pouparia do engajamento nem da análise crítica. Denunciaria &amp;quot;a boa consciência do universalismo ocidental&amp;quot;, ao mesmo tempo que advertia para as incertezas do pós-independência, o confisco do poder, o atentado às liberdades, as rivalidades étnicas e religiosas (L’an V ou Mésaventures de la conscience nationale) (O ano V ou Percalços da consciência nacional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revolução, poesia e espiritualidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falecido em maio de 1999, Eqbal Ahmad — que se encontrou com Frantz Fanon em seu caminho — é ainda menos conhecido do público francês. Pouca coisa deste intelectual indo-paquistanês, também ligado a todas as lutas do século, foi traduzida para o francês. Em uma série de entrevistas realizadas por David Barsamian e com prefácios de Edward Saïd, para quem ele é &amp;quot;sem dúvida, o mais perspicaz e o mais inovador dos anti-imperialistas da Ásia e da África&amp;quot;, o leque de conhecimentos de Eqbal Ahmad não passa despercebido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Índia-Paquistão, Oriente Médio, América Latina, África, Bálcãs... Eqbal Ahmad refletiu sobre a situação mundial não só de um ponto de vista político mas também sociológico, cultural e em suas relações com a poesia e a espiritualidade. Ativista, ele esteve lado a lado com Malcom X, estava na linha de frente durante a guerra do Vietnã, ao lado dos argelinos em sua luta pela independência e na dos palestinos até hoje. As influências e os ensinamentos dialéticos entre as lutas de uns e de outros estão aqui, senão aprofundados, dada a forma limitadora da entrevista, em todo caso colocados em perspectiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alice Cherki, Frantz Fanon, Portrait , ed. Seuil, Paris, 2000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eqbal Ahmad, Confronting Empire , ed. Pluto Press, Londres, 2000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Traduzido por Gilvando Rios.&lt;br /&gt;
A &amp;quot;boa consciência&amp;quot; ocidental&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://diplo.uol.com.br/imprima1920&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>201.8.144.207</name></author>
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